A Deputada Maria do Rosário (PT/RS) defende a Homoafetividade, ela diz que a palavra Homossexualidade é pejorativo. Bom, mas quais são as diferenças entre Homossexualidade e Homoafetividade?
Ela diz que não se pode mais falar a palavra "Homossexualismo" pois, no seu entender, essa palavra é pejorativa. Deve-se falar "Homoafetividade" (Engraçado, homossexualismo é pejorativo, mas heterossexualismo não).
Vamos falar o português claro, no que consiste a "Homoafetividade" masculina? Consiste em coito anal e coito oral, na boa e velha sodomia. O ato homossexual só se consuma quando há o coito anal ou o coito oral. O que é que isso tem de tão nobre e elevado que não possa ser criticado? Eu não consigo entender. Na verdade não há o que entender porque a distinção que eu estava fazendo no começo entre um ato que é a própria base da existência humana e outro que é, no máximo, na mais branda, na mais tolerante das hipóteses, deve ser considerado uma ato lúdico. Pra que que serve o sujeito ter relações sexuais com outro? Divertimento! Ele deve achar divertido. Não serve para mais nada, não vai gerar um filho, não vai fundar uma família. Será que ele acha que vai fundar uma família por via anal? Ninguém nunca conseguiu, se ele conseguir ele é Prêmio Nobel.
Veja, o ato sexual entre o homem e a mulher se prolonga na existência ao menos possível de um ser humano. É por isso que a Igreja sempre proibiu o ato onde a possibilidade da geração seja cortada. Porque ai não é um ato sexual que se completa. Quando um homem vai para a cama com uma mulher, todo o passado e toda a geração futura estão ali, tem toda uma força, uma dimensão cósmica. Agora um homem praticar um ato sexual com outro termina ali mesmo, na privada, não vai passar dali. Se a pessoa gosta, bom, então faça. Eu nunca na minha vida abri a boca para falar mal de conduta sexual de ninguém, pois eu considero a minha liberdade de não ter opinião sobre alguns assuntos um verdadeiro dom divíno. Quando as pessoas perguntam; O que você acha dos gays? Eu digo: Eu não acho nada! Vocês não imaginam como isso é gostoso. Se você está ai praticando sexo com uma pessoa do seu gênero, adiquira esse outro vício, não tenha opinião sobre alguma coisa.. As vezes você até pare. Ah não, perdão! Não pode.. Se o cara começou a dar, ele tem que continuar dando até o fim dos tempos. Se você tentar ajudar o sujeito a parar, mesmo que ele peça, você pode ir preso por crime de "Homofobia". Não viram o que fizeram com a psicóloga Rosângela Justino? Excluíram a mulher da profissão porque homossexuais a procuravam para que ela os ajudasse a deixar de ser homossexuais, e ela, por sua vez, os ajudava. Agora se você chegasse e dissesse que quer deixar de ser heterossexual, ai o psicólogo é obrigado a te ajudar, pois o homossexualismo, segundo o Deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), é um "direito humano". Isso é uma coisa de uma arbitrariedade, de uma infantilidade monstruosa. Infantilidade é pra criança! Agora vem essa Maria do Rosário com esse negócio de homoafetividade? Como "Homoafetividade"? É uma manifestação afetiva? Se for somente afetiva não há homossexualismo nenhum. Só há homossexualismo onde há ali o coito anal ou o coito oral entre pessoas do mesmo sexo, senão não há nada. Homoafetividade existe entre eu e meu pai, eu e meu tio, eu e meus amigos... Nem por isso eu vou pra cama com todos eles. Agora eu vou ter que "comer" ou "dar" pra todos eles pra provar que eu tenho homoafetividade? Que lógica mais absurda é essa? Essa Maria do Rosário não entende nem a palavra que está usando.
Agora, vocês vejam que essa política homossexualista está sendo imposta sem a vontade expressa da população. O PLC-122/o6 foi engavetado, porém existem truques administrativos. Se você não consegue aprovar a lei no Congresso o que é que você faz? Você faz uma portaria ministerial e torna aquilo obrigatório, não por lei, mas por um simples mecanismo administrativo. Como por exemplo o INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) que vai reconhecer o casal "Homoafetivo" como unidade familiar. Ora, não existe unidade familiar onde não há a possibilidade teórica da geração. Tanto que a esterilidade ou a impotência são motivos de divórcio. A mulher casou, na hora das núpcias ela descobre que o marido é impotente, ela é obrigada a ficar com ele o resto da vida? Claro que não! Ela pode ir no Tribunal anular o casamento, manda uma carta de requerimento para a Igreja, a Igreja por sua vez envia para o Vaticano e anula o casamento. Se a geração não fosse da própria natureza do casamento, então a impotência ou a esterilidade não poderiam jamais ser motivo de divórcio. E no entanto são universalmente. Não existe no mundo lei que obrigue um homem a perseverar com uma mulher infértio se ele pretendia ter filhos, nem lei que obrigue uma mulher perseverar com um homem impotente se ela casou com a pretensão de gerar filhos. Então, família é onde existe a possibilidade ao menos teórica da geração, senão não é família. E não adianta dizer que são novas modalidades de família, isso não existe, unidade familiar não passa a existir por decreto. Juntam dois marmanjos e dizem que é uma família. Agora porque dois? Porque não 3, 4, 5, 100, 5oo, etc...? Os muçulmanos não tem direito de ter até 4 mulheres? O Luiz Mott não tem direito de ter 500 homens? Então... Porque que ele não pode casar com 500 homens, meu Deus do céu? Que coisa mais injusta. Que discriminação odiosa. Porque que o Luiz Mott vai ter que desistir de 499 pra ficar só com um? Tem que ter o casamento "homoafetivo" coletivo. #Ironic.
A própria piada de tudo isso é o Luiz Mott. Como é que um cara que se gaba de ter tido relação sexual com 500 homens pode falar em casamento gay? Vocês vejam que um dos motivos dessas questões entrarem na discussão, é que a partir de 1863, com o surgimento da sociedade industrial, entrou nas discussões morais um modo de raciocínio que é caracteristico da economia, que é o "raciocínio custo benefício". A partir da escola utilitarista entrou essa idéia de que a moral tem que render, a moral tem que simplificar a sociedade e sobretudo simplificar a administração estatal. Então aquilo que facilita a administração estatal passa a ser considerado moral, aquilo que é conveniente para a administração, aquilo que aplana o caminho para a administração é moral, e o que atrapalha é imoral. Então a partir da hora que entrou o cálculo econômico, a moral passa a ser um setor da economia, ela perde toda a autonomia, ela passa a não valer mais nada. Esse processo é a desmoralização da sociedade.
É claro que pessoas que defendem coisas como essa da dona Maria do Rosário, esse pessoal não terá mais consciência moral nenhuma, nenhuma.. Porque vão julgar tudo em termos da conveniência do controle populacional, assim fomentando o homossexualismo. Se amanhã você ver que o casamento monogâmico não está procriando o suficiente, então você institue a "suruba estatal". Na Alemanha nazista existia isso, os pais tinham o prazer de ver seus filhos em torneios sexuais porque, no entender deles, estavam criando mais soldados e aumentando mão de obra do país. Na Russia era a mesma coisa. Eles toleravam a putaria toda porque achavam que estavam criando mais gente pro exército. Ou seja, quando precisava de mais gente a moral é uma, quando precisava de menos gente a moral é outra. E assim tudo vira uma conveniência da administração estatal.
O Lula então vendo que esse PLC-122/06 estava difícil de ser aprovado, deu o golpe.. Criou o tal do Conselho Nacional de Combate à Discriminação. Discriminação para eles consiste em dizer essas coisas que eu estou dizendo (escrevendo). O simples fato de eu dizer que eu acho melhor que meu pai tenha mantido relações sexuais com minha mãe e me gerado, ao invés de ter mantido relações sexuais com o vizinho e ter gerado um cocô, muito me orgulha de saber que ele preferiu a via vaginal que a anal, eu estou contentíssimo com isso, pois do contrário eu poderia ser igual o Sérgio Cabral, a Maria do Rosário, o Jean Wyllys, ao invés de ser eu. Eu dizer isso já é uma "odiosa discriminação", já é homofobia.
Homofobia, olhem só o termo dessa palavra. "Medo e ódio aos homossexuais". Ontem eu estava lembrando do meu tempo de escola, colégio, etc... Não existia homofobia, nunca existiu. Alguém tinha medo dos homossexuais? Não! Que coisa mais absurda! Os homossexuais eram aqueles menininhos fraquinhos, efeminadinhos, que gostava de exibir sua fraqueza (porque dava ares femininos a eles), como tem muitos que gostam de exibir sua força. Como é que a gente poderia ter medo daquelas criaturas incapazes de fazer mal a uma mosca? Eu nunca vi Homofobia nenhuma. Agora eles acreditam que a pessoa tem tanto medo, mas tanto medo que converte esse medo em ódio e agridem e matam homossexuais, para disfarçar o medo que você sente deles. Mas que lógica mais descabida, mais absurda, mais sem noção, mais psicótica, mais idiota. Homofobia jamais existiu. Agora você quer saber quem tinha ódio dos homossexuais? Eram os valentões que iam lá vez e outra e comia os homossexuais, depois batiam neles porque se sentiam menos virís. Então com a agressão, eles sentiam que eram os machos dominantes. Resumindo, os dois são homossexuais.
Um dia um rapaz me queixa aqui; "Ah, você é indiferente quanto aos estupros de homossexuais." Eu respondi; "Meu filho, nunca na história, nem no tempo de Adão e Eva ou pelo menos do Homem-de-Neandertal um hétero estuprou um homossexual. É só um homossexual que estupra outro."
Outra coisa, nos presídios, todos os estupros são estupros homossexuais. Como é que não percebem isso? Então, eu acredito que depois que um "homem" come um homossexual, o ato seguinte é bater nele. O cara sente que o nível de virilidade baixou e que quer restaurá-lo, porque se sente ao mesmo tempo gay e viril, porque tem gente assim, dai ele entrou em contradição consigo mesmo e vai aliviar a confusão mental indo lá agredir o coitado do homosexual. Então eu nunca vi homofobia a não ser como disfarce de conduta homossexual indesejada pelo próprio cidadão. Eu tento puxar pela minha memória o que eu sentia perante os homossexuais.. Eu sentia a mesma coisa que eu sentia por qualquer pessoa fraca, você tem um instinto de simpatia e proteção, isso é o máximo que você vai ter. E acho que isso é um sentimento normal da humanidade. Agora para esse pessoal como a Maria do Rosário, o Jean Wyllys, o Luiz Mott e outros néscios, apedeutas.. Todo mundo que não é gay, pró gay, ou gayzista é homofóbico.
E o pior é que quando falam isso as pessoas não cospem na cara desses burros, idiotas e ignorantes.
O Deputado Bolsonaro foi muito gentil em chamar essa Maria do Rosário de VAGABUNDA.
Sem mais.
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