quinta-feira, 2 de junho de 2011

Peñarol, Um Exemplo De Grandiosidade.

Bom amigos, venho por meio desse tópico homenagear um clube que, para mim, é um dos maiores e mais tradicionais clubes de futebol do Mundo. O Clube Atlético Peñarol-URU.

Quero parabenizar esse clube insígne pelo feito alcançado na Libertadores da América 2011. Uma semi-final.

"Grande merda", algum de vocês dirão. Eu até concordo, isso não é nada perto de um clube que já foi 5 vezes campeão continental e 3 vezes campeão mundial. O negócio é que, depois de passar um bom tempo sumido do cenário sul-americano, disputando o fraco campeonato Uruguaio e correndo risco de rebaixamento, sem falar na quase "falência" pela qual o clube passou, o Peñarol é um exemplo a ser seguido. Uma verdadeira fênix que renasceu das cinzas para a glória absoluta.

Eu vi durante esses anos muitos torcedores afirmarem que o Peñarol é um "ex-clube" e nada mais. Vi muitos "corinthianos" falando mal de clubes que não disputam Libertadores anualmente e que vivem da mística de uma grandeza que ficou no passado. Vi muitos corinthianos nessa comunidade afirmando que o Corinthians é, de longe, maior que o Peñarol.

Bom, felizmente, hoje o Peñarol está reestruturado e caminha a passos largos rumo a sua grandeza inquestionável. Hoje o clube é semi-finalista do torneio mais importante do nosso Continente e é o grande favorito a disputar o título com o Santástico. Ao contrário de outros que nunca souberam o que é uma "final" desse torneio e ainda sim se acham tradicionais e grandes.

Eis o exemplo a ser seguido. Muitos torcedores acham que são grandes sem ter do que se orgulhar. O Peñarol é exemplo vivo de que quem é rei nunca perde a majestade.

Parabéns Carboneros, o futebol agradece.

Homofobia Quase Sempre É Injúria E Difamação.

O dicionário Longman's, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin's Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.
Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.
O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.
No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobiaque pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia' é apenas uma metáfora política usada para punir.
“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.
A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.
Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.