quarta-feira, 20 de julho de 2011

Brincando Com A Realidade: Coisas Que Jean Wyllys Não Quer Que Você Saiba.

Bom, depois de meses debatendo algo que nem deveria ser levado a sério, o Congresso resolveu engavetar o PLC-122/06. Quando digo que não deveria nem ser levado a sério, não é porque não acho que os homossexuais não merecam ter seus direitos protegidos ou que não merecam respeito. Muito pelo contrário, eu acho que todos devem ter seus direitos garantidos e serem respeitados incondicionalmente. O problema é que assim como o Luiz Mott, o Jean Wyllys aparenta ser um amante espiritual de Benito e Adolf. A nossa Constituição Federal diz no seu artigo 5° que TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI. SEM DISTINÇÃO DE QUALQUER NATUREZA. Pois bem, só que não é isso que quer o Deputado Jean Wyllys, nem muito menos o Luiz Mott. Através do PLC-122/06, eles queriam promover a classe homossexual a uma espécie de "elite superior". Escorando-se em discursos humanistas, eles ocultavam a verdadeira face de seus ideais. Eles pregam uma perseguição evangélica contra homossexuais, quando na verdade são eles próprios que defendem uma perseguição aos evangélicos. A verdade é que todos os homossexuais tem um problema de ódio contra Deus. O senhor Luiz Mott, no auge de sua ignorância enciclopédica, afirma através de textos que Jesus era um homossexual militante que mantinha relações sexuais com seus apóstolos, em especial Judas. Eles lutam pela própria vaidade enganando a si mesmos, achando que eles são os salvadores que estão lutando contra o mau, e quanto mais ele pensa assim, mais ele se enche do mau por via da vaidade. Em todos os seus discursos, o Jean Wyllys prega a condição do Estado Laico, a separação entre igreja e estado. É muito fácil falar em Estado Laico, o Jean Wyllys se diz professor Universitário mas aparenta ser um apedeuta, um néscio. Ele fala em Estado Laico sem saber o que diz. O Estado Laico consiste em simplesmente que o Estado não pode interferir nas decisões religiosas, nem tomar decisões referentes ao país baseada na religiosidade, ou seja, o Estado não tem religião nenhuma. Só que tem uma coisa, se o Estado não tem religião, mas a sociedade tem, então ele deve seguir a religião predominante nessa sociedade, no nosso caso o Cristianismo. Ou então ele vai tentar impor a sua não religiosidade a sociedade (como desejam os Movimentos LGBTs e o Jean Wyllys) e ai isso já se transforma num combate religioso, um combate ateístico contra a sociedade. Então, o certo do Estado Laico é o seguinte, falando o português claro; Você segue a religião da maioria e não enche o saco. Claro que o Estado vai ter que resguardar o direito dos minoritários, quais são esses direitos? Eles tem o direito de praticar e pregar a sua religião. Não tem o direito de que ela seja tratada como se fosse a religião da maioria, porque senão qualquer sujeito criará sua própria religião e exigirá que ela seja tratada em pé de igualdade com o Cristianismo, inclusive concorrendo em verbas públicas, verbas de Ministérios e outras coisas mais. Então é claro que o apoio do Estado deve ser dado proporcionalmente à representavividade da religião na sociedade. Porque se o Estado é ateu ou agnóstico mas a sociedade é cristã, das duas uma, ou a sociedade vai cristianizar o Estado, ou o Estado vai destruir a religião da maioria. Então, a noção do Estado Laico é eminentemente ditatorial, é eminentemente tiranica. Quando essa expressão foi usada pela primeira vez não tinha esse sentido, quando fundaram os Estados Unidos e o Jefferson disse que deveris ser construído um muro de separação, haviam diversas denominações cristâs, cada um pertencia a uma, não tinha um único ateu. Então, evidentemente que você não vai favorecer uma denominação religiosa ante que outra denominação, isso ai seria totalmente injusto;então o Estado não se mete em polêmicas entre as denominações cristâs, era isso que Jefferson queria dizer. Logo, obviamente que o nosso Estado é Laico no sentido de não interferir nas disputas religiosas, mas não de pregar o ateísmo, de proibir que a nossa religião predominante pregue o que lhe convir em seus cultos, etc. Porque ai é ateísmo militante, e ateísmo militante é luta religiosa. Mais ainda, se você pegar todas as guerras religiosas que houve durante toda a história humana, elas não mataram 10% de pessoas que a guerra do ateísmo contra a religião matou no século XX. Se você somar União Soviética e China, sem contar países satélites como México, etc. Foram o que? Foram 90 Milhões de pessoas. A guerra do ateísmo contra a religião foi muito mais avassaladora que a guera da religião contra o ateísmo. Simples assim. Ou seja, a matança começa através do boicote cultural, como o que esse Deputado Jean Wyllys e o Luiz Mott estão tentando impor através do PLC-122/06. Tirando símbolos, denegrindo os valores cristãos, impondo que a igreja não possa pregar nada contra o homossexualismo mesmo que estejam respaudados pelo princípio de sua religião e mesmo que estejam pregando apenas para seus seguidores dentro de suas igrejas, principalmente quanto aos símbolos religiosos, pois darão um sentido negativo a eles. Como por exemplo na Alemanha nazista quando os Judeus eram obrigados a andar pelas ruas com a Estrela de Daví pintada de amarelo, mas não como símbolo religioso, mas sim para serem identificados como a "raça inferior". Assim tornando um símbolo que para o evangélico é venerado, você tornará o símbolo abominável, você vai marginalizar o símbolo e a cultura religiosa daquele segmento. Isso é totalmente anti-consitucional. Isso não pode ser aceito de maneira alguma, em hipótese nenhuma, isso não pode ser nem discutido, não pode ser aceito nem para discussão. Tem o Estado o direito de censurar a religião através de uma lei que beneficia uma classe minoritária como a dos Homossexuais? NUNCA, JAMAIS! Principalmente se for da religião da maioria da sociedade, porque o Estado nasce da sociedade. O Estado Brasileiro foi fundado e estruturado pelos Jesuítas, e não pelo Movimento LGBT. E isso aconteceu muito antes de existir o Estado Brasileiro como Monarquia ou República. Sobretudo, a ação da Igreja Católica na estuturação do Brasil antecedeu de muito à ação do Estado. Veja, drante três séculos (leia lá Capítulos de História Colonial, do Cap. de Abreu) não existiu sequer uma administração colonial nessas terras. Estavam só os Jesuítas trabalhando para construir o Brasil. Depois chega o Estado (tardiamente), o Estado só veio parar aqui porque a família real portuguesa foi expulsa de Portugal (não era porque eles amavam o Brasil, mas porque não dava pra continuar lá e eles vieram pra cá e Dom João VI fundou o Estado Brasileiro - não que ele não tenha nenhum mérito nisso, claro que tem). Porém, que direito ele tem de usurpar uma obra civilizadora que foi da Igreja e para qual ele não contribuiu em nada? Então, o Estado foi o último a entrar na história, entendem? Quem manda no Estado é a sociedade. Se o Estado quer moldar a sociedade a sua imagem e semelhança, então é um Estado totalitário e tem que ser derrubado. Então não tem direito algum de censurar qualquer manifesto popular, qualquer pensamento contrário a uma orientação sexual, muito menos se for uma orientação sexual que é rejeitada pela religião predominante da sociedade brasileira. Isso não é homofobia, é igualdade e pleno direito. Você faz o que quiser da sua vida, se deleita com quem quiser, e eu prego o que eu achar melhor na minha religião, de acordo com o que eu acredito. Só que o Jean Wyllys que mais é um demagogo que qualquer outra coisa quer convencer a sociedade de que existe um complô assassino liderado pelas igrejas evangélicas de que os cristãos estão pregando o ódio aos homossexuais, coisa que não existe. Eu desafio qualquer um a me dizer se já viram um pastor dizer a seus seguidores que caso eles encontrem um homossexual, o matem, o agridam. Isso nunca ocorreu. O que os pastores no máximo fazem é pregar que o Homossexualismo é abominável para Deus. Simples! Eles estão se baseando na orientação deles, só isso. Mas o Jean Wyllys é perturbado, é um delinquente intelectual. De acordo com o raciocínio cínico e deturpado dele, os pastores pregam o ódio baseados em leituras errôneas da bíblia. Por exemplo; Deus cria o homem. O Homem mata. Logo, Deus é a favor do homícidio. Deus cria o homem. O homem estupra. Logo, Deus é a favor do estupro. Deus cria o homem e o leão. O homem invade o habitat do leçao, o leão come o homem. Logo, Deus é a favor dos leões comerem os homens. É assim. O nível de delinquência intelectual do Deputado Jean Wyllys é berrante. Ele quer defender o indefensável, quer desvirtuar tudo que há de mais sagrado para uma sociedade em sua maioria absoluta, e tudo isso baseando-se num amor que eles pregam ser o verdadeiro amor, o amor homossexual. Para ele, todos os que são contrários ao estilo de vida homossexual são assassinos, homofóbicos e satanistas. Os gays são humanistas. É mole?

É arriscado esse meu texto ser apontado como texto homofóbico. Em primeiro lugar, chamar de homofóbico qualquer texto que seja contra qualquer prática homossexual já é o absurdo do absurdo porque não existe nenhuma prática sexual que esteja imune a críticas. Agora, por exemplo; a prática heterossexual está aberta a críticas desde que ela seja praticada fora das normas da moralidade. Se eu estou tendo relações sexuais com minha própria mulher, você não tem nada do que reclamar. Mas se eu vou lá e tenho relações sexuais com a esposa do vizinho, ai sim. Ou seja, a prática heterossexual só é legítima em certas circunstâncias. Só que o Movimento LGBT e principalmente o néscio do Jean Wyllys quer fazer de modo que o homossexualismo seja inatacado em todas as circunstâncias e em todas as hipóteses. Não se poderá falar mau nunca, nunca, nunca, nunca, nunca. Se você for na Parada Gay, você verá homem mijando um no outro, travestis pelados em plena rua, sexo explícito, "mão boba", etc... E todo mundo tem que ver aquilo e achar lindo! Ora, se eu fizer 5% disso com a minha esposa eu vou preso por atentado violento ao pudor na hora. Só que esse tipo de coisa a mídia não mostra, porque a mídia tem média. Mas se você quiser conferir o que eu estou afirmando aqui, vá lá e veja. Por exemplo; Seu pai sai pra viajar, eu vou lá e "como" a sua mãe. Isso ai é um adultério. Isso ai dá um escândalo, todo mundo vai ficar contra mim, etc. Mas se sua mãe sai pra trabalhar e eu vou lá e "como" o seu pai. Ai ninguém pode reclamar porque é homofóbico. Porque segundo o delinquente intelectual (Jean Wyllys), o homossexualismo é um "direito humano". O que é que é isso? Essa gente perdeu todo o critério de julgamento, estão se tornando pessoas monstruosas. Essa mania, essa idolatria ao homossexualismo está se transformando numa coisa patológica. E essa patologia é que o Jean Wyllys e o Movimento LGBT composto por desequilibrados como Luiz Mott, Marinor Brito e Maria do Rosário querer consagrar em lei. Quer dizer, é igual o Dr. Mabuse, um filme em que um louco, de dentro de um hospício, comanda uma revolução terrorista na sociedade. O lugar dessa gente é no hospício. O lugar do Jean Wyllys, do Luiz Mott, da Marinor Brito, da Maria do Rosário e de muitos outros é no hospício. Será que ainda não entenderam? Um cara como o Luiz Mott que se gaba de ter transado com 500 homens diferentes 9sendo que na verdade ele queria que fosse 500 "garotões") é no hospício. Como seria o do homem que se gabasse de ter transado com 500 mulheres diferentes. Qualquer pessoa que tenha relação sexual com 500 pessoas (ou entidades vegetais, animais e minerais) é claro que é tarado, porra! Vocês não enxergam isso? Ah, se o cara diz que transou com 500 mulheres diferentes todo mundo vai falar mau dele. Mas se falar que "comeu" ou "deu" pra 500 homens, ah, ai não pode falar mau porque a Maria do Rosário juntamente com o Jean Wyllys vem aqui e te acusa de homofobia, pois é sagrado, é sacro-santo. Vamos lembrar o seguinte, as práticas homossexuais não tem nada de sacro-santo. Elas consistem em coito anal e coito oral entre pessoas do mesmo sexo. É isso, não é outra coisa. Se o sujeito não faz nem uma coisa nem outra, então não há homossexualismo. Ah, o sujeito "ama" o outro. Eu pergunto; houve o coito anal ou oral? Não! Então não é homossexualismo. Materialmente falando, a diferença específica é isso. Agora o que que isso tem de tão sacro-santo que não possa ser criticado? Hã? Se vocês aceitarem isso, aceitarão um código moral do demônio, um código moral da demência. Vocês vão aceitar isso e fazer de conta que aceitam? O Jean Wyllys implantou a ditadura homossexual no Carlos Vendramini. O Carlos Vendramini expressou suas reservas sobre o PLC-122/06 via Twitter, o Jean Wyllys não gostou e mandou a adm. do microblog tirar o perfil do Carlos Vendramini do ar. Isso tudo só porque o rapaz postou uma opinião não concordante com o estilo de vida homossexual. Que coisa mais feia, que lógica mais absurda, censurando a Constituição Federal e a Liberdade de Expressão. Porque que o Jean Wyllys não vem encher o meu saco com isso? Não vem porque ele não é louco a esse ponto! Eu alo o que eu quiser do que eu quiser e nenhum deles reclama porque sabem que eu vou lá e provo o que eu estou falando. E eles ainda vão fazer figura de otários, de palhaços.

Jean Wyllys, vem cá.. Você vai me dizer que é respeitável o seu comparsa Luiz Mott dizer que transou com 500 homens diferentes? Então qualquer sujeito que transe com 500 mulheres diferentes também é respeitável, ninguém poderá falar mau dele, não é isso? Ora, qualquer idiota sabe que um homem que sair com 500 mulheres é uma pessoa instável, não é confiável, ta certo? Tem a mentalidade infantil, não é maduro o sufuciente, não se estabilizou, né? Não é normal que num homem adulto o sexo seja o interesse predominante de sua vida. Simplesmente isso não é normal. Se o cara tem uma ou duas amantes, tudo bem, chegou, chegou... Ele é presidente da empresa e tem grana pra gastar, ok uma ou duas amantes de vez em quando você viaja, vai numa casa de massagem, etc.. Tudo isso, vamos dizer, é tolerável, não é bom mas é moralmente tolerável. Agora 500 homens? Que que é isso? Quantos anos você tem? 500 anos? 500 homens em quanto tempo? Como é que isso não vai ser criticável como conduta pública? Se ele fizesse quietinho no canto dele ninguém iria reclamar da vida dele, mas ele está se gabando e fazendo disso uma bandeira de luta. O cara se torna ícone do Movimento Homossexual porque? Porque ele é o mais homossexual de todos. Ele "deu" pra 500, ou "comeu" 500 (sei lá o que se passa nessas horas).

Então, o pessoal está aceitava se deixando levar por esse discurso políticamente humanista do Jean Wyllys e do Luiz Mott, sem falar no apologismo da Rede Globo sobre esse tema na novela das 21Hs (onde graças a Deus, segundo informações, essa apologia deverá acabar com o caso gay na novela). e não percebem que nisso existe uma gozação demoníaca nisso tudo. É uma coisa de impor pra você uma conduta da qual depois você mesmo vai se envergonhar (tipo; Meu passado me condena). O pessoal que aprovar leis como essa em menos de 20 anos serão expostos ao escárnio público. Veio uma lei maluca e você assinou embaixo. Tal qual a pegadinha que a repórter do CQC fez com o Congresso. Ela foi lá com uma petição onde constava que no Bolsa-Família deveria ter um litro de pinga para a população. A maioria dos Deputados assinou. Depois ela colocou no Youtube e eles viraram motivos de escárnio pela população. Quem assinar essa porcaria de PLC-122/06 será objeto de escárnio porque a lei irá fazer o seguinte; Vem um "traveco", entra numa igreja, num templo religioso, goza da cara do padre, do pastor, (dos muçulmanos eles não gozam, eles não terão coragem), dos frequentadores, goza da cara de todo mundo.. Praticam o crime de ultraje a culto e ninguém vai puní-lo, não vão sequer reclamar porque aquilo é "sacro-santo".


Coisas que só acontecem ou acontecerão no Brasil, essa terra de ninguém.

sábado, 16 de julho de 2011

Examinando Um Cocô: Diferença Entre Homossexualismo E Homoafetividade.

A Deputada Maria do Rosário (PT/RS) defende a Homoafetividade, ela diz que a palavra Homossexualidade é pejorativo. Bom, mas quais são as diferenças entre Homossexualidade e Homoafetividade?
Ela diz que não se pode mais falar a palavra "Homossexualismo" pois, no seu entender, essa palavra é pejorativa. Deve-se falar "Homoafetividade" (Engraçado, homossexualismo é pejorativo, mas heterossexualismo não).

Vamos falar o português claro, no que consiste a "Homoafetividade" masculina? Consiste em coito anal e coito oral, na boa e velha sodomia. O ato homossexual só se consuma quando há o coito anal ou o coito oral. O que é que isso tem de tão nobre e elevado que não possa ser criticado? Eu não consigo entender. Na verdade não há o que entender porque a distinção que eu estava fazendo no começo entre um ato que é a própria base da existência humana e outro que é, no máximo, na mais branda, na mais tolerante das hipóteses, deve ser considerado uma ato lúdico. Pra que que serve o sujeito ter relações sexuais com outro? Divertimento! Ele deve achar divertido. Não serve para mais nada, não vai gerar um filho, não vai fundar uma família. Será que ele acha que vai fundar uma família por via anal? Ninguém nunca conseguiu, se ele conseguir ele é Prêmio Nobel.

Veja, o ato sexual entre o homem e a mulher se prolonga na existência ao menos possível de um ser humano. É por isso que a Igreja sempre proibiu o ato onde a possibilidade da geração seja cortada. Porque ai não é um ato sexual que se completa. Quando um homem vai para a cama com uma mulher, todo o passado e toda a geração futura estão ali, tem toda uma força, uma dimensão cósmica.  Agora um homem praticar um ato sexual com outro termina ali mesmo, na privada, não vai passar dali. Se a pessoa gosta, bom, então faça. Eu nunca na minha vida abri a boca para falar mal de conduta sexual de ninguém, pois eu considero a minha liberdade de não ter opinião sobre alguns assuntos um verdadeiro dom divíno. Quando as pessoas perguntam; O que você acha dos gays? Eu digo: Eu não acho nada! Vocês não imaginam como isso é gostoso. Se você está ai praticando sexo com uma pessoa do seu gênero, adiquira esse outro vício, não tenha opinião sobre alguma coisa.. As vezes você até pare.  Ah não, perdão! Não pode.. Se o cara começou a dar, ele tem que continuar dando até o fim dos tempos. Se você tentar ajudar o sujeito a parar, mesmo que ele peça, você pode ir preso por crime de "Homofobia". Não viram o que fizeram com a psicóloga Rosângela Justino? Excluíram a mulher da profissão porque homossexuais a procuravam para que ela os ajudasse a deixar de ser homossexuais, e ela, por sua vez, os ajudava. Agora se você chegasse e dissesse que quer deixar de ser heterossexual, ai o psicólogo é obrigado a te ajudar, pois o homossexualismo, segundo o Deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), é um "direito humano". Isso é uma coisa de uma arbitrariedade, de uma infantilidade monstruosa. Infantilidade é pra criança! Agora vem essa Maria do Rosário com esse negócio de homoafetividade? Como "Homoafetividade"? É uma manifestação afetiva? Se for somente afetiva não há homossexualismo nenhum. Só há homossexualismo onde há ali o coito anal ou o coito oral entre pessoas do mesmo sexo, senão não há nada. Homoafetividade existe entre eu e meu pai, eu e meu tio, eu e meus amigos... Nem por isso eu vou pra cama com todos eles. Agora eu vou ter que "comer" ou "dar" pra todos eles pra provar que eu tenho homoafetividade? Que lógica mais absurda é essa? Essa Maria do Rosário não entende nem a palavra que está usando.

Agora, vocês vejam que essa política homossexualista está sendo imposta sem a vontade expressa da população.  O PLC-122/o6 foi engavetado, porém existem truques administrativos. Se você não consegue aprovar a lei no Congresso o que é que você faz? Você faz uma portaria ministerial e torna aquilo obrigatório, não por lei, mas por um simples mecanismo administrativo. Como por exemplo o INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) que vai reconhecer o casal "Homoafetivo" como unidade familiar. Ora, não existe unidade familiar onde não há a possibilidade teórica da geração. Tanto que a esterilidade ou a impotência são motivos de divórcio. A mulher casou, na hora das núpcias ela descobre que o marido é impotente, ela é obrigada a ficar com ele o resto da vida? Claro que não! Ela pode ir no Tribunal anular o casamento, manda uma carta de requerimento para a Igreja, a Igreja por sua vez envia para o Vaticano e anula o casamento. Se a geração não fosse da própria natureza do casamento, então a impotência ou a esterilidade não poderiam jamais ser motivo de divórcio. E no entanto são universalmente. Não existe no mundo lei que obrigue um homem a perseverar com uma mulher infértio se ele pretendia ter filhos, nem lei que obrigue uma mulher perseverar com um homem impotente se ela casou com a pretensão de gerar filhos. Então, família é onde existe a possibilidade ao menos teórica da geração, senão não é família. E não adianta dizer que são novas modalidades de família, isso não existe, unidade familiar não passa a existir por decreto. Juntam dois marmanjos e dizem que é uma família. Agora porque dois? Porque não 3, 4, 5, 100, 5oo, etc...? Os muçulmanos não tem direito de ter até 4 mulheres? O Luiz Mott não tem direito de ter 500 homens? Então... Porque que ele não pode casar com 500 homens, meu Deus do céu? Que coisa mais injusta. Que discriminação odiosa. Porque que o Luiz Mott vai ter que desistir de 499 pra ficar só com um? Tem que ter o casamento "homoafetivo" coletivo. #Ironic.

A própria piada de tudo isso é o Luiz Mott. Como é que um cara que se gaba de ter tido relação sexual com 500 homens pode falar em casamento gay? Vocês vejam que um dos motivos dessas questões entrarem na discussão, é que a partir de 1863, com o surgimento da sociedade industrial, entrou nas discussões morais um modo de raciocínio que é caracteristico da economia, que é o "raciocínio custo benefício". A partir da escola utilitarista entrou essa idéia de que a moral tem que render, a moral tem que simplificar a sociedade e sobretudo simplificar a administração estatal. Então aquilo que facilita a administração estatal passa a ser considerado moral, aquilo que é conveniente para a administração, aquilo que aplana o caminho para a administração é moral, e o que atrapalha é imoral. Então a partir da hora que entrou o cálculo econômico, a moral passa a ser um setor da economia, ela perde toda a autonomia, ela passa a não valer mais nada. Esse processo é a desmoralização da sociedade.

É claro que pessoas que defendem coisas como essa da dona Maria do Rosário, esse pessoal não terá mais consciência moral nenhuma, nenhuma.. Porque vão julgar tudo em termos da conveniência do controle populacional, assim fomentando o homossexualismo. Se amanhã você ver que o casamento monogâmico não está procriando o suficiente, então você institue a "suruba estatal". Na Alemanha nazista existia isso, os pais tinham o prazer de ver seus filhos em torneios sexuais porque, no entender deles, estavam criando mais soldados e aumentando mão de obra do país. Na Russia era a mesma coisa. Eles toleravam a putaria toda porque achavam que estavam criando mais gente pro exército. Ou seja, quando precisava de mais gente a moral é uma, quando precisava de menos gente a moral é outra. E assim tudo vira uma conveniência da administração estatal.

O Lula então vendo que esse PLC-122/06 estava difícil de ser aprovado, deu o golpe.. Criou o tal do Conselho Nacional de Combate à Discriminação. Discriminação para eles consiste em dizer essas coisas que eu estou dizendo (escrevendo). O simples fato de eu dizer que eu acho melhor que meu pai tenha mantido relações sexuais com minha mãe e me gerado, ao invés de ter mantido relações sexuais com o vizinho e ter gerado um cocô, muito me orgulha de saber que ele preferiu a via vaginal que a anal, eu estou contentíssimo com isso, pois do contrário eu poderia ser igual o Sérgio Cabral, a Maria do Rosário, o Jean Wyllys, ao invés de ser eu. Eu dizer isso já é uma "odiosa discriminação", já é homofobia.

Homofobia, olhem só o termo dessa palavra. "Medo e ódio aos homossexuais". Ontem eu estava lembrando do meu tempo de escola, colégio, etc... Não existia homofobia, nunca existiu. Alguém tinha medo dos homossexuais? Não! Que coisa mais absurda! Os homossexuais eram aqueles menininhos fraquinhos, efeminadinhos, que gostava de exibir sua fraqueza (porque dava ares femininos a eles), como tem muitos que gostam de exibir sua força. Como é que a gente poderia ter medo daquelas criaturas incapazes de fazer mal a uma mosca? Eu nunca vi Homofobia nenhuma. Agora eles acreditam que a pessoa tem tanto medo, mas tanto medo que converte esse medo em ódio e agridem e matam homossexuais, para disfarçar o medo que você sente deles. Mas que lógica mais descabida, mais absurda, mais sem noção, mais psicótica, mais idiota. Homofobia jamais existiu. Agora você quer saber quem tinha ódio dos homossexuais? Eram os valentões que iam lá vez e outra e comia os homossexuais, depois batiam neles porque se sentiam menos virís. Então com a agressão, eles sentiam que eram os machos dominantes. Resumindo, os dois são homossexuais.

Um dia um rapaz me queixa aqui; "Ah, você é indiferente quanto aos estupros de homossexuais." Eu respondi; "Meu filho, nunca na história, nem no tempo de Adão e Eva ou pelo menos do Homem-de-Neandertal um hétero estuprou um homossexual. É só um homossexual que estupra outro."

Outra coisa, nos presídios, todos os estupros são estupros homossexuais. Como é que não percebem isso? Então, eu acredito que depois que um "homem" come um homossexual, o ato seguinte é bater nele. O cara sente que o nível de virilidade baixou e que quer restaurá-lo, porque se sente ao mesmo tempo gay e viril, porque tem gente assim, dai ele entrou em contradição consigo mesmo e vai aliviar a confusão mental indo lá agredir o coitado do homosexual. Então eu nunca vi homofobia a não ser como disfarce de conduta homossexual indesejada pelo próprio cidadão. Eu tento puxar pela minha memória o que eu sentia perante os homossexuais.. Eu sentia a mesma coisa que eu sentia por qualquer pessoa fraca, você tem um instinto de simpatia e proteção, isso é o máximo que você vai ter. E acho que isso é um sentimento normal da humanidade. Agora para esse pessoal como a Maria do Rosário, o Jean Wyllys, o Luiz Mott e outros néscios, apedeutas.. Todo mundo que não é gay, pró gay, ou gayzista é homofóbico.

E o pior é que quando falam isso as pessoas não cospem na cara desses burros, idiotas e ignorantes.

O Deputado Bolsonaro foi muito gentil em chamar essa Maria do Rosário de VAGABUNDA.


Sem mais.