sábado, 30 de abril de 2011

Lula, O "Fenômeno" Da Qualificação Profissional.

O primeiro ato de Luiz Inácio Lula da Silva quando assumiu a Presidência do Brasil em 2002 foi acabar com o programa de cursos de qualificação e requalificação profissional, administrado pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e transferir os volumosos recursos (que saem do bolso dos próprios trabalhadores.) para estruturar o projeto "Fome Zero" (seu sonho de consumo durante a campanha eleitoral.)

Esperto como um gato, Lula demonstrou toda a inteligência política que adquiriu nos vinte anos em que deixou de ser sindicalista e passou a exercer o cargo de político profissional, candidato oficial à Presidência da República. Isso acabou lhe rendendo três vergonhosas derrotas nas urnas para os dois Fernandos, os mais ilustres professores de sua carreira. Uma para Collor e duas para Henrique Cardoso. Não bastasse o título de mais popular Presidente do Brasil (sua aprovação chegou até 80% de acordo com as pesquisas.), o ex-torneiro mecânico fez uma jogada de mestre. Garantiu sua reeleição em 2005 com a grana suada dos trabalhadores e, ao mesmo tempo, qualificou não só a classe, mas toda população produtiva do País, com a criação do programa de "bolsas", que acabou se transformando na nova moeda brasileira, a mais forte de todos os tempos. O resultado da primeira meta é bastante conhecido por todos: Lula foi reeleito com folga sobre seu adversário, Geraldo Alckimin. A segunda meta foi alcançada ao mesmo tempo que a primeira, porém até o momento a maioria da população não conseguiu interpretar como realmente ocorreu. Com a nova moeda, Lula comprou votos para sua reeleição e acabou qualificando não só os seus eleitores, mas também os de todos os seus adversários. Comprou a dignidade, a cidadania e a capacidade de crescimento profissional, intelectual e social dessas pessoas que hoje são portadoras dessa contagiosa peste chamada de "bolsas".

O ex-presidente, que já tem data marcada para reassumir o cargo (janeiro de 2015), transformou uma geração de jovens, adultos e crianças em verdadeiros malandros, preguiçosos e vagabundos, que não precisam mais trabalhar para ganhar um salário mínimo de fome, porque, sem fazer qualquer esforço, as bolsas lhe rendem muito mais. É o fenômeno da qualificação profissional. É o caminho do inferno para uma sociedade que entregou sua alma para o diabo de barba!

Alguém Lembra Do "Bolsa Gato"?

Em 2010, conversando com o atual vereador da Capital paulista, Floriano Pesaro (PSDB), que foi secretário nacional do Programa Bolsa Escola Federal com FHC e Paulo Renato, da inexistência de erros e denúncias sobre o funcionamento e os resultados dessa política compensatória de renda naqueles 21 meses de trabalho pelo Brasil. A Bolsa Escola Federal foi criada no Governo FHC para suceder o Programa de Garantia de Renda Mínima pioneiro em Campinas graças à iniciativa do saudoso prefeito Magalhães Teixeira, o "Grama". Hoje ficamos surpresos quase todos os dias com a gestão e os acontecimentos que cercam a atual Bolsa Família. Fraudes nos cadastros, inclusão de beneficiários sem direito, relaxamento da frequência escolar e até a denúncia que um bichano recebia como se fosse gente, realmente ajudam a desmoralizar o governo Lula.

Certamente petista, Eurico Siqueira da Rosa, que coordenava o programa Bolsa Família na cidade de Antonio João, no Mato Grosso do Sul, incluiu o nome do seu gato como dependente para receber R$20,00 a mais por mês. "Billy", que ganhou o registro de Billy Flores da Rosa, esteve na lista de beneficiários durante cinco meses. Descoberto o golpe, Eurico antecipou o seu afastamento da função e pediu a exoneração do cargo. O gesto foi exemplar logo após a descoberta, mas qual a explicação para isso?

Esse acontecimento tem uma dose de piada, mas é a revelação da realidade brasileira. Será que a necessidade gera desonestos e oportunistas? O Brasil estará sujeito aos espertos e seguidores fiéis da Lei de Gerson, enquanto houver fragilidade nos controles dos programas sociais do governo e o ufanismo à ignorância. Um gato de estimação pode; Filhos que existem apenas no papel também podem (esse mesmo "pai" de Billy havia inscrito outros dois filhos fictícios); Mas uma longa fila, de milhares de brasileiros pobres, continua excluída, crente em Lula, mas sem perspectiva real.

João Pedro Stédile, dirigente do Movimento dos Sem-Terra (MST), comentou uma vez que o Bolsa-Família atende 20% dos mais pobres:

"Resolve um problema social, porque essas famílias estavam na miséria absoluta; Mas de certa forma também acomoda essas famílias. O programa gerou apatia nas famílias pobres. Deveria ser um programa transitório, combinado com outro programa, que gerasse empregos".

Assino embaixo dessa defesa de Stédile, retomo a defesa da necessidade transformadora desse programa, da compensação, da entrega do peixe ao mesmo tempo em que se ensina a pescar, para o caráter emancipatório, de resgate da cidadania e da sobrevivência. Sinceramente eu não creio (leia-se "não quero crer") que outros gatos estejam matriculados para receber essa contribuição dos nossos bolsos-cidadãos, mas é lastimável ficar sujeito ao desgoverno social, justamente porque parece o contrário.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Um Brasil De Superstições.

Nós vivemos num país onde além dos males sociais e políticos do Estado e da sociedade, para além da injustiça da miséria e da fome, há um outro tipo de atraso, mais abstracto, é o atraso mental.. É a desinformação, a incultura. Todos esses são gerados pela miséria e pela lentidão do crescimento. Por trás da corrupção e da violência, há fortes componentes de ignorância, do egoísmo típico da barbárie.
A miséria gera o atraso mental, e esse atraso cria superstições e até formas de explorar o desespero humano. Por isso, diante dos outros poderes, o STF tem uma diferença. Seus membros são pessoas quase que obrigadas à uma sólida cultura humanista e filosófica. No caso das mudanças a serem feitas no Judiciário, é tudo tão maravilhosamente para o bem, tão claramente explicado pelas pessoas que querem mudanças, que não aceitar isso seria o mesmo que acreditar que não houve evolução dos direitos do povo e que o Brasil nasceu pronto, à 511 anos atrás com Pedro A. Cabral e sua trupe namorando as índias nas praias paradisíacas do nosso país, como querem os criacionistas. Além de decidir o que é ou não constitucional, num país como o nosso tão invadido pela ignorância, o STF deve ter também uma missão CIVILIZATÓRIA.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Verdades E Perigos Escusos Por Trás Do Plano De Direitos LGBT.

Caros amigos, muitos de vocês já devem estar cientes sobre o plano de lei imposto pela comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bíssexuais e Travestis) no Congresso Nacional. Entre os 180 ítens inclusos nesse programa de lei, estão dois que, confesso, me intrigou absurdamente.


"1.2.20 - RECONHECER TODAS AS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES PROTAGONIZADAS POR LÉSBICAS GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS COM BASE NA DESCONSTRUÇÃO DA HETERONORMATIVIDADE."


"1.2.3– CLASSIFICAR COMO INADEQUADAS PARA CRIANÇAS, OBRAS QUE APRESENTEM CONTEÚDOS HOMOFÓBICOS ( MOSTRAR APENAS UM CASAL HÉTERO É HOMOFÓBICO)."


É sabido que atualmente qualquer pensamento não concordante com a filosofia GLS é rotulado de homofobico. Ser gay virou moda. Simpatizante é "cool". Lesbianismo é lindo. Mas o que é isso, caros amigos? Quer dizer que uma obra que contenha um casal hetero, mas não cite um casal homossexual, simplesmente por isso deverá ser considerado homofobia? Mas que terrorismo é esse? Estão a fim de criar uma casta privilegiada a troco da moral de nossos filhos? Eu vou ter que pedir benção também quando ver um gay? Isso é uma vergonha!

Que eles citem apenas um país em desenvolvimento que tenha implantado esse absurdo em sua sociedade e que tenham auferido avanços no desenvolvimento da NAÇÃO em decorrencia dessa medida. Eles falam em pulverização da Homofobia, mas nesse plano imposto por eles, o que reina descaradamente é a HETEROFOBIA.
Vexatório é pouco. Isso é o ridículo do ridículo. Esse ideal dos homossexuais é totalmente contraditório no que tange os ensinamentos bíblicos. É de conhecimento da maioria que todo o conteúdo bíblico é inspirado na orientação divína (Deus.). Outro dia eu vi na TV um homossexual que atende pelo nome de Maitê Schneider argumentando com o Deputado Jair Bolsonaro que o fato da Bíblia condenar o homossexualismo é pelo simples motivo de o livro ter sido escrito por homens, e assim, ser passível de erro. E ainda perguntou se o Dep. Jair Bolsonaro acreditava em Deus. Pois ele(a) não entende como uma pessoa que crê em Deus tenha uma opinião tão contrária ao Homossexualismo, como se Deus fosse a favor.

Em tempo; Nesse mesmo debate promovido pelo programa Superpop, haviam na mesa, além da já citada Homossexual Maitê Schneider, um casal de pastores GAYS (É mole? Totalmente contráditório ao que eles mesmos pregam em sua igreja "comtemporanea"), Tamy Miranda, e uma cantora negra de um grupo de rap chamado Ao Cubo (Não me lembro o nome dela.). Todos a favor do homossexualismo e apenas o Dep. Jair Bolsonaro sendo contrário. Onde estava o psicólogo totalmente imparcial para dar seu parecer? Porque não chamaram um líder da comunidade católica? Porque se furtaram de convidar um representante de uma igreja evangélica não "contemporanea", por exemplo, Assembléia de Deus? Será que esse debate foi tendencioso? Estou na dúvida.
Pessoal, gravemos o nome da "imoral" que propõe esse plano absurdo. "Maria do Rosário" (Secretária dos Direitos Humanos.). Esse plano é totalmente heterofóbico. Querem impor a todo custo que ser gay é normal e legal. Que a família Brasileira e os bons costumes estão errados.

Mas pensando bem, quero me retrarar sobre o meu argumento acima onde cito a Bíblia. O argumento religioso não serve em uma disputa como essa. O argumento da igualdade possui mais peso: Se aqueles que rejeitam o homossexualismo devem ser presos, aqueles que rejeitam a heterossexualidade também devem sê-lo. Na prática, isso significa que TODOS os heterossexuais e TODOS os homossexuais devem ser presos, pois aquele que opta por uma identidade de gênero está obrigatoriamente rejeitando a identidade oposta. Quem é homossexual está, forçosamente, rejeitando a heterossexualidade e vice-versa. Logo, pelo princípio da igualdade (A Constituição é muito clara quando diz que TODOS são iguais, perante a lei!), temos que prender todas as pessoas que respiram.
Não é justo punir quem rejeita o homossexualismo e deixar livre quem rejeita a heterossexualidade.
Além disso, se toda crítica à opção e modo de vida homossexuais deve ser criminalizada, então críticas a todas as demais opções e modos de vida também devem sê-lo, sendo visto que os homossexuais não são melhores que ninguém.

Mas entre tudo, nós devemos ficar muito atentos a essa situação forçada pela turma LGBT, pois ela gera uma massa de manobra muito, mas muito perigosa mesmo para a democracia no seio do nosso país, democracia essa que penamos muito para conquistar. Os militantes dos "Direitos dos Homossexuais" estão iludidos. Essa lei, se aprovada, vai destruir a Constituição e dar poder de prender, sem julgamento, qualquer cidadão. Não repararam que faz parte do PL 122, o disque "Denúncia Homofobia" (Que faz com que o denunciado vá cumprir pena automática até que prove que não é homofóbico.)
Faz parte também do PL 122 a criação da "Homofobia Filosófica" (O que é isso senão crime de opinião, que não existia nem no regime militar?)

Esse pessoal alienado LGBT acha que vai criar um paraíso, mas o que vem fácil, vai fácil. Essa lei se volta contra o cidadão, independente se é gay ou não. Mal sabem eles que num regime socialista/comunista, eles não vão ter direitos, vão ter que trabalhar até a exaustão, não vão ter a farra das "Avenidas Paulistas", das paradas do "Orgulho Gay"...
Eles, os homossexuais, querem reduzir o país à uma nova Sodoma e Gomorra, querem ter o direito da promiscuidade a vontade, sem castigo, mesmo que para isso a Constituição fique em segundo plano. Sendo assim, como a Constituição mesmo diz que todos são iguais; Eu também quero leis que me protejam e tornem meu grupo especial (Heterossexuais.). Os Gays não são melhores que eu, então também tenho direito a ser tratado como um grupo privilegiado pelas leis. Exijo o direito de tirar a camisa de minhas namoradas em plena rua e brincar com os seus seios, como fazem os travestis na avenida Paulista. Se quando eles fazem isso todo mundo acha bonitinho e legal, tem a obrigação de achar o mesmo quando eu fizer isso.

Se querem acabar com a tão odiosa homofobia, que acabem. Mas, não venham interferir na educação sexual do futuro do nosso Brasil. Não venham querer transformar essa terra boa, que não tem terremoto, nem vulcão, de tempo bom, com muito chão, de gente boa e honesta, numa Holanda repleta de depravações. Não venham querer informar o certo as nossas crianças, desinformando as cristalinas e irrefutáveis referências do errado. Ser gay não é legal, nem muito menos normal. Não me venham com o argumento de que o homossexualismo é mal visto por ser uma tendência nova, e, por isso, temos uma certa aversão a isso. MENTIRA!
O homossexualismo nasceu há muito tempo, onde a igreja, já tão logo nos primórdios, para variar, acertou em condená-lo. Existe o homem e a mulher. Tudo aquilo que sobrevier alheio a isso, deverá ser tratado como aberração, anomalia. Fatalidade. O Estado deixar que uma comissão de Dir. Humanos, repleta de homossexuais com temerária ousadia, interfira desta forma ao nascedouro daqueles que promoverão a tradição da moral e dos bons costumes do nosso Brasil, é vexatório e inadmissível.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Está Na Hora Dos Cariocas Mostrarem O Seu Valor.

Eu me lembro que uma autoridade policial disse uma vez:

"Não quero saber de causas, só combato as consequências."

Perfeito! As causas todos conhecemos em décadas de alienação. Miséria, ignorância.. Nunca ninguém ligou pras favelas, até que chegou a multinacional do pó e das armas. Aí começou; "Que horror! Santo Deus, etc...". Que horror tudo bem, mas aí estão as consequências. Como disse o compententíssimo Beltrame:

"Esta é a parte dolorosa da vitória das UPP's, que desorganizaram o sucesso de traficantes e milícias. Eles estão em pânico!"

E a luta agora não é só como nos filmes, "moçinhos contra bandidos", com a população assistindo não, não é cinema. Todos os cariocas que fizeram parte dessa guerra que foi vencida contra o tráfico nas favelas do Rio devem ajudar com apoio, denúncias e coragem contra essa nova forma de fazer violência que está se moldando no Rio de Janeiro. Hoje um facínora invadiu uma escola pública, atirou em várias crianças e em seguida se matou. Além das incursões nos buracos quentes, além da pacificação das ruas, é fundamental impedir a entrada descarada de armas e munições em locais públicos, principalmente em escolas, onde se formam novos cidadãos.

O Rio e os cariocas precisam de um anel de ferro cercando suas fronteiras. Na terra, água e ar, com as forças armadas.. Sem armas não há guerra. E assim como as UPP's integram as favelas à sociedade carioca, a sociedade carioca por sua vez deve se integrar num sistema de condicionamento de cidadania. Esses ataques não tem que integrar o asfalto ao destino da população carioca. O povo carioca não precisa ser personagem desse tipo de drama.

É, está na hora dessa gente carioca mostrar o seu valor.

sábado, 2 de abril de 2011

Governo, Nós Não Somos Racistas!

Amigos leitores, assim como para os PTistas clássicos, radicais, todo mundo que não é o partido deles é reacionário (eu sou, como muito orgulho), todos que não são o que eles consideram de "esquerda" não são chamados de NEO-LIBERAIS ou AGENTES DO IMPERIALÍSMO. Agora, a partir de um projeto de lei do Paulo Paím (aquele Deputado que se promoveu pedindo aumentos impossíveis do Salário Mínimo), agora estamos correndo o sério risco de ver aprovada a lei de Cotas para Negros nas Universidades Federais. Debaixo de uma aparente proteção, corremos o perigo de ver aprovado um conceito que transforma a nação em "bicolor". Não mais mulatos, não mais o racismo difuso que se dilui e disfarsa atrás das divisões de classe, mas um racismo explícito, criado artificialmente no Congresso Nacional, no Senado, um racismo que uma vez legitimado por lei, vai ocultar injustiças concretas como a real marginalização dos pobres no Brasil. Essa lei vai acirrar sentimentos de discriminação racial, piorando o problema. O jornalista da Rede Globo Ali Kamel, escreveu um livro importante que sintetiza o que ele tem criticado em artigos do jornal O Globo contra essa lei de Cotas, liderando um movimento de intelectuais contra a burrice sectária e esquemática da proposta.

Não somos racistas! É o nome do livro. Que é um livro nascido do espanto. Ali Kamel começou a perceber que a política de Cotas proposta pelo Governo Lula divide o Brasil em duas cores, eliminando todas as nuances características de nossa miscigenação. Ali Kamel constata estarrecido que nessa divisão de "brancos" e "não-brancos", todos os "não-brancos" são considerados "negros". Certo dia, diz ele, caiu a ficha. Para as estatísticas, os "negros" eram todos aqueles que não eram brancos (cafuso, mulato, mameluco, caboclo, escurinho, moreno bombom, etc...), não! Nada disso! Agora eram "brancos" ou "negros". Pior, uma nação de "brancos" e "negros" onde os "brancos" oprimem os "negros"...

Essa lei de Cotas é a negação da miscigenação, é o olho torto das estatísticas que escamoteam os problemas sociais na divisão da população por cores. Essa lei posta em prática promoverá o ódio racial com uma cópia ridícula do racismo norte-americano. E quem é contra essa lei absurda é imediatamente taxado de ser da "Elite Branca". E muitos intelectuais tem medo de atacar o preconceito ao avesso que se esconde atrás dessa falsa proteção aos "negros". Cotas no Brasil, se houver, tem que ser pra proteger os pobres, os marginalizados, os excluídos, sejam eles "pretos" ou não. Por isso, ABAIXO ESSA LEI RACISTA que o Governo (leia-se PT) quer criar num país já co tantos problemas jogados debaixo do tapete.

NÃO SOMOS RACISTAS, é o nome do livro, e esse é o verdadeiro sentimento populacional.